Para esta semana trago um tema que
chamou minha atenção, infelizmente é um caso bastante comum, mas prendeu
minha curiosidade por algumas razões, das quais estarei comentando no
decorrer do texto, falo do caso no Mato Grosso do Sul, na cidade de
Campo Grande onde um pai espanca a filha de aproximadamente nove anos
por razões que poderíamos não comentar, mas o caso é apresentado desta
maneira então vamos “acreditar” que foi por causa do Imã da geladeira
que a criança recebeu o espancamento.
Será mesmo que foi por causa do Imã? E se fosse, bater educa?
Vamos observar pela “Teoria da Palmada”, ou seja, pessoas grandes batem
para “educar”, acreditam que apenas desta maneira chegam ao que
pretendem. Não conseguem no dialogo apresentar para a criança o que
desejam, é uma impotência enorme, uma carência gritante de falta de
controle e respeito para com a criança, e apenas na força bruta e
causando medo encontram o modelo considerado ideal para educação.
Já ouvi diversas vezes a frase: “Meus
filhos não escutam o que falo, só vai à base da palmada” Me pergunto:
Até onde estas crianças escutaram Nãos, até onde o dialogo olho
no olho existe neste contexto familiar, onde só encontra um caminho
para educar, o conhecido na base da “Piza”. O adulto responsável pela
criança serelepe, vai precisar de um “tempero especial”, ou seja, certa
sensibilidade para saber entender o mundo infantil, a criança que
retirou o Imã da geladeira poderia ter realizado aquele comportamento
para chamar a atenção do pai, e de repente foi mal entendida.
E esta insensibilidade do pai que
espanca a filha e não consegue dialogar? O que realmente o levou a tal
comportamento? O que na vida adulta acontece de maneira diferente da
vida de uma criança? Provavelmente um pai ou mãe ou madrasta ou
professor, qualquer educador que não conseguir chegar, entender o mundo
infantil canaliza suas atitudes para o comportamento físico, agressivo
será na base primitiva (pancada), que encontram o modelo que acredita
ser apropriado para educar. Espancar jamais dará apreço algum. Você tem
medo, terror, menos respeito.



